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Ensaio CBR para Projeto Viário em Campina Grande: Suporte do Subleito com Precisão

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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Campina Grande cresceu sobre os tabuleiros do Planalto da Borborema, com um perfil de solo que alterna horizontes arenosos e argilosos de resistência variável. Quem projeta vias aqui sabe que a heterogeneidade do subleito exige mais do que uma simples sondagem: é preciso quantificar a capacidade de suporte com o ensaio de granulometria para entender a curva e depois partir para o CBR. A cidade, com seus 400 mil habitantes e um polo industrial em expansão, viu o tráfego pesado se multiplicar nos últimos quinze anos, o que torna o dimensionamento empírico do pavimento uma etapa crítica para evitar deformações precoces. Nosso laboratório executa o estudo CBR para projeto viário seguindo rigorosamente os procedimentos da ABNT NBR 9895, com equipe que conhece bem as peculiaridades dos solos residuais e transportados da região.

Um CBR de 4% após imersão pode inviabilizar um pavimento se não houver substituição ou estabilização do subleito.

Como trabalhamos

Em uma obra recente no bairro do Catolé, acompanhamos a duplicação de uma via arterial sobre um solo maduro que visualmente parecia competente. Ao moldarmos os corpos de prova na energia Proctor Intermediário, percebemos que a umidade ótima era bem mais alta do que a de campo, e o CBR caiu de 12% para 4% após imersão por quatro dias — um indicativo claro de material laterítico com perda de suporte quando saturado. Esse tipo de situação é comum em Campina Grande, sobretudo nos meses de chuva entre maio e julho. Por isso, combinamos o ensaio CBR com a classificação pelos limites de Atterberg e a verificação da expansibilidade, entregando ao projetista um panorama completo do comportamento do subleito. Em campo, também podemos associar o ensaio de densidade com cone de areia para aferir a compactação das camadas durante a execução.
Ensaio CBR para Projeto Viário em Campina Grande: Suporte do Subleito com Precisão
Imagem técnica de referência — Campina Grande

Contexto geotécnico local

No laboratório, o conjunto que usamos inclui prensa com capacidade de 50 kN e anel dinamométrico calibrado, além de moldes cilíndricos de 152 mm de diâmetro e discos espaçadores que garantem a altura exata do corpo de prova. O que observamos em Campina Grande é que a maior fonte de erro não está no equipamento, e sim na amostragem: quando a coleta em campo não respeita a variabilidade lateral do terreno, o projetista recebe um valor de CBR que não representa o trecho mais fraco. Já vimos casos em que a diferença de suporte entre duas amostras distantes apenas 50 metros chegou a 8 pontos percentuais. O risco de subdimensionar a estrutura do pavimento por conta de uma amostragem mal distribuída resulta em trincas por fadiga e afundamentos em trilha de roda nos primeiros anos de operação, um prejuízo que se paga com recapeamentos prematuros.

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Email: contato@sondajespt.org

Dados técnicos

ParâmetroValor típico
Norma técnica de referênciaABNT NBR 9895:2022
Energia de compactação típicaProctor Intermediário (26 golpes)
Número mínimo de corpos de prova5 pontos por segmento homogêneo
Período de imersão padrão96 horas com sobrecarga
Medição de expansãoExtensômetro com resolução 0,01 mm
Tolerância de umidade de moldagem±0,3% em relação à umidade ótima
Faixa de CBR típica em solos locais3% a 18% (argilas arenosas a cascalhos)

Serviços técnicos vinculados

01

Compactação Proctor

Determinação da curva de compactação e umidade ótima nas energias normal, intermediária e modificada, base para a moldagem dos corpos de prova do CBR.

02

Expansibilidade do Solo

Medição contínua da expansão durante as 96 horas de imersão, parâmetro crítico em solos argilosos expansivos que ocorrem em zonas de aluvião.

03

Classificação MCT Expedita

Metodologia complementar para solos tropicais, muito útil em Campina Grande para distinguir lateríticos de não lateríticos antes do CBR.

04

Perfil de Sondagem com SPT

Associamos o sondagem SPT ao CBR quando há necessidade de avaliar a espessura das camadas e o nível d'água ao longo do traçado.

Normas técnicas vigentes

ABNT NBR 9895:2022 – Solo-Índice de Suporte Califórnia (ISC), ABNT NBR 7182:2020 – Solo-Ensaio de Compactação, ABNT NBR 6457:2016 – Amostras de Solo-Preparação para Ensaios de Compactação e CBR

Perguntas frequentes

Qual o custo de um ensaio CBR para projeto viário em Campina Grande?

O valor do ensaio CBR por ponto, incluindo a compactação Proctor correspondente, varia entre R$360 e R$730, dependendo do número de amostras e da necessidade de deslocamento até o local da obra na região metropolitana.

Em que tipo de solo o CBR costuma ser mais baixo na região de Campina Grande?

Os menores valores de CBR que encontramos estão nos solos argilo-arenosos de planície aluvial, saturados durante o período chuvoso. Nessas condições, não é raro obter CBR abaixo de 3%, o que exige substituição de material ou estabilização com cal para viabilizar o pavimento.

O ensaio CBR é feito apenas no subleito ou também nas camadas de base?

Realizamos o CBR em todas as camadas do pavimento: subleito, reforço, sub-base e base. A energia de compactação e a energia de compactação variam conforme a posição da camada na estrutura, seguindo as diretrizes do DNIT para cada caso.

Quantos dias leva para entregar o relatório de CBR depois da coleta?

O prazo padrão é de sete a dez dias úteis após o recebimento das amostras no laboratório. Esse período contempla a secagem, destorroamento, compactação, imersão de 96 horas e ruptura dos corpos de prova, além da elaboração do relatório com a curva Pressão-Penetração.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Campina Grande e arredores.

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