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Projeto de Vibrocompactação em Campina Grande: Soluções para Solos Granulares

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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O vibrador de agulha penetra no solo com auxílio de jatos de ar comprimido e água, compactando camadas granulares até a profundidade definida em projeto. Em Campina Grande, onde o subsolo apresenta variações entre areais de decomposição do Planalto da Borborema e siltes colapsíveis em áreas de encosta, a energia de compactação precisa ser calibrada para cada frente de obra. A umidade natural do terreno, em torno de 8% a 15% na zona não saturada do semiárido paraibano, favorece o rearranjo de partículas durante a vibroflotação. Nosso laboratório acreditado desenvolve o projeto de vibrocompactação partindo de ensaios de campo como o ensaio CPT, que permite mapear a resistência de ponta antes e depois do tratamento, e define a malha de pontos de compactação que garante o ganho de capacidade de carga exigido pela ABNT NBR 6122:2019.

A vibrocompactação em Campina Grande compensa a heterogeneidade dos solos residuais jovens do Planalto da Borborema, entregando homogeneidade de suporte em terrenos que misturam areia fina e silte laterizado.

Como trabalhamos

Um erro clássico em obras de terraplenagem na região de Campina Grande é assumir que um solo arenoso fofo se consolida com o simples confinamento do aterro, dispensando a vibrocompactação. O resultado aparece meses depois na forma de recalques diferenciais sob sapatas de galpões logísticos, trincas em pisos industriais e desaprumo de estruturas metálicas. A vibrocompactação elimina esse risco ao introduzir uma sonda vibratória que rearranja os grãos do solo, reduzindo o índice de vazios em até 20% e aumentando o módulo de deformação do maciço. Um projeto bem dimensionado — com espaçamento entre pontos de 1,5 m a 3,0 m e potência do vibrador entre 130 kW e 180 kW — transforma um terreno originalmente problemático em base competente para fundações diretas. Para entender a distribuição granulométrica do solo antes do projeto, realizamos a granulometria em amostras indeformadas coletadas nos primeiros metros do perfil, o que define a viabilidade técnica do método e a necessidade de pré-furos em camadas mais resistentes.
Projeto de Vibrocompactação em Campina Grande: Soluções para Solos Granulares
Imagem técnica de referência — Campina Grande

Contexto geotécnico local

A ABNT NBR 6122:2019, que trata de fundações e melhoramento de solos, exige que aterros sobre solos granulares fofos sejam precedidos de investigação geotécnica e projeto de melhoramento quando a compacidade relativa for inferior a 40%. Em Campina Grande, isso se torna especialmente relevante nos bairros que margeiam o Riacho Bodocongó e nas zonas de expansão industrial ao longo da BR-230, onde a proximidade de drenagens naturais eleva o lençol freático na estação chuvosa (abril a julho) e reduz a sucção matricial do solo. A execução de um aterro direto sobre areia siltosa saturada sem vibrocompactação pode gerar ruptura por liquefação estática durante a passagem de rolos compactadores, além de recalques de até 15 cm no primeiro ano de operação da edificação. O projeto de vibrocompactação mitiga esse cenário ao prever uma campanha de sondagens pós-tratamento com sondagens SPT para comprovar o ganho de NSPT e a uniformidade do maciço tratado.

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Email: contato@sondajespt.org

Dados técnicos

ParâmetroValor típico
Profundidade máxima de tratamentoAté 25 m com vibrador elétrico de agulha
Diâmetro da coluna compactada1,8 a 3,5 m dependendo da energia aplicada
Redução de recalque esperada40% a 70% em relação ao solo natural
Espaçamento entre pontos (malha triangular)2,0 a 3,5 m conforme ensaio CPT prévio
Consumo de água por ponto200 a 800 litros (adaptado ao teor de finos local)
Norma de referência para controleABNT NBR 6122:2019 e NBR 6484 (SPT de verificação)
Tempo médio de compactação por ponto30 a 90 segundos em areias médias a finas

Serviços técnicos vinculados

01

Dimensionamento da malha de compactação

Definimos o grid de pontos (triangular ou quadrado), profundidade de tratamento e potência do vibrador com base em ensaios CPT e na granulometria do solo local, otimizando o custo por metro quadrado tratado.

02

Controle tecnológico de execução

Acompanhamos a vibrocompactação in loco registrando consumo de água, amperagem do vibrador e profundidade em cada ponto. Emitimos relatório diário com gráficos de energia por metro linear compactado.

03

Verificação pós-tratamento com SPT e CPT

Realizamos sondagens SPT e ensaios CPT após a compactação para comprovar o ganho de resistência e a homogeneidade do maciço, atendendo ao fator de segurança mínimo exigido em fundações diretas.

04

Projeto para galpões logísticos e silos

Desenvolvemos projetos específicos para estruturas com pé-direito elevado e cargas concentradas, comuns no entorno de Campina Grande, garantindo recalque admissível inferior a 2,5 cm sob lajes apoiadas.

Normas técnicas vigentes

ABNT NBR 6122:2019 — Projeto e execução de fundações (inclui requisitos para melhoramento de solos), ABNT NBR 6484:2020 — Execução de sondagens de simples reconhecimento SPT (controle pós-compactação), ABNT NBR 16843:2020 — Execução de ensaio de cone (CPT) — Procedimento (parâmetro de entrada para o projeto)

Perguntas frequentes

Quanto custa um projeto de vibrocompactação em Campina Grande?

O investimento para o projeto de vibrocompactação em Campina Grande, incluindo dimensionamento, especificações técnicas e relatório final com ART, fica entre R$3.010 e R$11.840. O valor varia conforme a área do terreno, a profundidade máxima de tratamento e a quantidade de ensaios de campo necessários para calibrar o modelo de compactação. Obras com mais de 3.000 m² de tratamento tendem a diluir o custo fixo da mobilização do equipamento de sondagem.

Qual a diferença entre vibrocompactação e compactação dinâmica?

A vibrocompactação utiliza uma sonda vibratória inserida no solo, ideal para camadas profundas de areia com poucos finos e sem necessidade de grande altura de queda. A compactação dinâmica, por sua vez, aplica golpes na superfície com um peso em queda livre e é mais indicada para aterros heterogêneos ou solos com blocos de rocha. Em Campina Grande, a vibrocompactação se mostra mais eficiente nos solos residuais arenosos do Planalto da Borborema, onde a espessura da camada fofa pode ultrapassar 8 metros.

O projeto considera o risco de liquefação no solo de Campina Grande?

Sim. Embora Campina Grande não esteja em zona de sismicidade elevada, a liquefação estática pode ocorrer em areias finas saturadas sujeitas a carregamento rápido, como a passagem de equipamentos pesados durante a terraplenagem. O projeto de vibrocompactação inclui a verificação do potencial de liquefação usando o fator de segurança proposto por Seed & Idriss, e a densificação do solo reduz o índice de vazios crítico, eliminando a suscetibilidade ao fenômeno.

Qual o prazo para entregar o projeto depois da investigação de campo?

Após a conclusão dos ensaios CPT e da coleta de amostras para granulometria, o projeto de vibrocompactação é entregue em até 10 dias úteis. Esse prazo inclui a interpretação dos perfis de resistência, a definição da malha de pontos com espaçamento otimizado e a elaboração do memorial de cálculo com as premissas de projeto. Para obras com urgência, podemos antecipar a emissão de um relatório executivo preliminar em 5 dias.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Campina Grande e arredores.

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